ASSÉDIO MORAL NA AGÊNCIA DO BANCO DA AMAZÔNIA DE CARACARAI/RR PDF Imprimir E-mail
Ter, 27 de Julho de 2010 14:15

ASSÉDIO MORAL, É ILEGAL E IMORAL.Você não pode ser cúmplice.DENUNCIE!

Caracaraí (RR), 16 de julho de 2010

 

Assédio Moral ou Violência Moral no Trabalho não é um fenômeno novo.A novidade reside na intensificação, gravidade,

amplitude e banalização do fenômeno. Muito mais que isso, o novo está na abordagem que tenta estabelecer o assédio como consequência da organização do trabalho e a não tratá-lo como inerente ao trabalho.
Segue abaixo o Relato de um Funcionário que "sentiu na pele" o assédio moral praticado por um superior hierarquico.
No dia 14/07/2010, por volta das 16;15hs, foi moralmente agredido e por pouco não fisicamente pelo “gerente” de nossa Agência de Caracaraí –RR, quando participava de um Comitê de Crédito da Agência, para aprovação de uma operação de encaminhamento para a cobrança judicial que foi aprovado o seu encaminhando sem nenhum problema, e uma segundo operação ao abrigo do FNO PRONAF MAIS ALIMENTO,  para um cliente, que já havia passado pelo Comitê itinerante da Agência em 12/07/2010, e aprovada por dois membros do comitê itinerante.  e quando chegou ao meu conhecimento, com o pedido de assinatura urgente porque o cliente esta esperando, então pedr para verificar o projeto, isto na parte da manhã do dia 13/07/2010, ao verificar o projeto deparei com diversas irregularidades, então chamei o Gerente por volta das 18:00 e sugeri o indeferimento do projeto, ele não concordou e já veio com palavras agressivas,  mandando que eu vota-se em separado, falei que votaria em separado porém só pela manhã do dia 14/07/2010. Quando chequei no Banco do dia 14/07/2010, as 08:00hs para realizamos o comitê o gerente já estava atendendo uns clientes, e não foi possível a realização do comitê pela parte da manhã, por volta das 10:00 chegou a agencia o cliente sua esposa, o procurador e mais o tio do procurador, estavam todos na gerencia quando o gerente chamou um funcionário, e falou “ leva este projeto e os clientes para o “fulano”, que eu não quero mais me aborrecer”, então os cliente sentaram em minha estação de trabalho e indagaram por que é que eu havia indeferido o projeto dele,  falei que era muita falta de hombridade por parte do gerente informar o nome do membro do comitê que tinha votado pelo indeferimento, e que eu só ia informar que era por falta de amparo regulamentar, conforme reza em nosso manuais, mesmo assim os cliente ficaram no meu local de trabalho pressionando que  aprovasse o projeto,  quem mais me pressionou foi justamente o procurador e seu tio, esta pressão durou alguns horas, até que depois muitas pressões prometi que ira pensar e que pela parte da tarde eu daria o meu voto no projeto. Por volta das 16:00hs reunimos o Comitê na estação de trabalho do Gerente, iniciamos a votação da operação ao abrigo do PRONAF MAIS ALIMENTO, como o Gerente e a Supervisora já haviam votados eu informei o meu  voto pelo INDEFERIMENTO da Operação, e anexei ao dossiê da operação os meus motivos pelo indeferimento, e em seguida comecei a ler, antes do final da leitura o “GERENTE” levantou-se batendo vigorosamente com sua mão nas estação de trabalho, proferindo diversas palavras agressivas a mim, dizendo também que tudo que eu havia estrito era mentiras, mesmo sabendo que eu tinha xerocado as coisas que ali estavam escritas, não satisfeito de sua fúria contornou a estação de trabalho posicionando-se em frente a cadeira em que eu permanecia sentado, e continuou com diversos tipos de palavreados e mandou que se eu fosse “homem” que eu me levantasse, talvez para me bater, então chamei o segurança da Agencia e falei para o segurança controlar o “gerente”, e em seguida afastei-me de sua estação de trabalho e ele continuo gritando ao ponto de mandar que eu pegasse as minhas Xerox e enfiasse no c...
Senhores precisamos urgentemente das seguintes providencias:
- Sobre a quebra de sigilo do Comitê, colocando em risco a integridade física do funcionário junto ao cliente, (falta de ética).
- Sobre o assédio moral, ameaças e pela falta de controle emocional, sendo que esta não foi a primeira vez em que o “Gerente” agiu desta forma.
Fonte: SINTRAF-RR